26.10.09

Ora toma...


António Lobo Antunes

Nunca li, mas com chamamentos destes até fiquei com vontade de ler livros do senhor...
Bela entrevista!

2 anos depois...

Why not?
Pode ser que me faça bem...
Pode ser que me mantenha mais...

26.10.07

Évora


Be aware!

11.10.07

Lost

Navego sem rumo
Ao acaso
À deriva
Perdido do mundo
E deitado na areia
Encontrei o caminho
É por Ali!
E em ataraxia finalmente consegui!
Percebi então que o que procurava
Era o ponto de partida
Aquele que me fez viajar
E onde encontrei a saída...

3.5.07

AFIAJ 2007

Acção de Formação Iniciação à Animação Juvenil

Desta experiência como "Animador" retira-se a certeza:

É essencial experienciar um campo de férias enquanto criança... e mais não digo!

11.4.07

Herbalife

Vida de Ervas... no sentido literal...
Possibilidade de €uros... no sentido positivo...
Mandar guita fora... no sentido pessimista (e possívelmente o + realista)!

Há quem se dê bem
Há o contrário também...

Let's see...

Fingers Crossed

9.4.07

Herros...

Não compreendo...

29.3.07

E porque não?

- Vamos sair? Baza ali ao cafézinho... Ou ali ao "coiso"?
- Epah, népia, vou dormir, amanhã acordo cedo!

Os dias são para ser aproveitados... e porque não um dia/noite diferente de vez em quando?
Tem de ser tudo tão monótono e repetitivo?
O eclipsar das regras torna-se apetecível até à mais penosa viv'alma, o fugir da rotina diária, uma escapadela nocturna com os amigos num dia da semana (mesmo sabendo que o vindouro dia de trabalho irá ser efectuado num estado "zombie"), tudo isto porque penso e irei continuar a pensar que a minha passagem na vida é só uma, e lembrados na minha, ainda que curta, existência serão aqueles momentos que por serem diferentes ocupam um lugar distinto na minha caixinha de recordações...
Para esses há sempre um espaço especial, que por especial ser, ao recordá-los me causam uma sensação de bem estar como nenhuma outra recordação consegue!
Aquelas noites que como todas as outras que nos deitamos as "x" horas, passamos a noite a dormir e quando acordamos nada temos para recordar, senão um sonho, que mesmo que perfeito no nosso imaginário... não passará de um mero e simples sonho...

Sonhar é bom...
Fazer é melhor...

P.S. - Isto deve ser levado como excepção e não como regra...

28.3.07

remember remember...

Incitado a voltar a expor a minha vida num blog, devaneios e ideias parvas... espero... voltar a acender a chama de "blogueiro" dentro de mim...
Sem mais demoras me despeço...

20.11.06

doubt

Em tempos de dúvida, resta-nos pensar se aquilo porque batalhamos é o ideal para o nosso bem-estar...

3.5.06

Manufacturamos Realidades

Damos comummente às nossas ideias do desconhecido a cor das nossas noções do conhecido: se chamamos à morte um sono é porque parece um sono por fora; se chamamos à morte uma nova vida é porque parece uma coisa diferente da vida. Com pequenos mal-entendidos com a realidade construímos as crenças e as esperanças, e vivemos das côdeas a que chamamos bolos, como as crianças pobres que brincam a ser felizes.
Mas assim é toda a vida; assim, pelo menos, é aquele sistema de vida particular a que no geral se chama civilização. A civilização consiste em dar a qualquer coisa um nome que lhe não compete, e depois sonhar sobre o resultado. E realmente o nome falso e o sonho verdadeiro criam uma nova realidade. O objecto torna-se realmente outro, porque o tornámos outro.
Manufacturamos realidades. A matéria-prima continua a ser a mesma, mas a forma, que a arte lhe deu, afasta-a efectivamente de continuar sendo a mesma. Uma mesa de pinho é pinho mas também é mesa. Sentamo-nos à mesa e não ao pinho. Um amor é um instinto sexual, porém não amamos com o instinto sexual, mas com a pressuposição de outro sentimento. E essa pressuposição é, com efeito, já outro sentimento.

Fernando Pessoa, in 'O Livro do Desassossego'

2.5.06

Estrela Guia

Para que percorres inutilmente o céu inteiro à procura da tua estrela?

Põe-na lá

Vergílio Ferreira

20.4.06

Adivinha 1...

Grande, grosso, abatatado,
Direito ou de menino,
Curvo, torto, arrebitado,
Cresce desde pequenino.



Solução: Nariz

11.4.06

Pulp...

Mais uma maravilha que acabo de presenciar...

Mais vale tarde que nunca!

5.4.06

1ª vez...

4 de Abril de 2006, 16:00 da tarde.

Encontro-me deitado numa marquesa do posto médico de Alcântara, calças junto aos pés, cuecas também, sinto uma leve porção de algodão embebido em álcool encostar-se junto da minha nádega esquerda em movimentos basculantes, e de repente, para meu espanto, sinto um movimento de pulso contra o meu belo cú, vulgo: "palmada no rabinho!".
Fico com uma certa apreensão, não dura muito tempo é certo, mas deixa-me confuso, até que... ouço as palavras do médico presente na sala a perguntar-me:
- "Doeu?"
Agora sim, motivos de alerta aproximam-se, o ribombar de tambores não param na minha cabeça, começo com suores frios, a perplexidade percorre cada milímetro de pele do meu corpo!
Penso em tudo menos na veracidade das coisas!
Mas então desço do meu estado alucinante e vejo que tudo não passou de uma simples vacina.
Uff! Respiro de alívio...
Agradeço ao médico, e saio da sala, meio cambaleante com um ar suspeito na cara...

Foi assim, meio dramática, a minha primeira experiência de vacinas no rabinho!